quarta-feira, 28 de março de 2007

Zé Celso Martinez Corrêa, louco, lúcido, maravilhoso...

"Nossa época é de aparência, repito: aparência, pouco nobre e muito pobre, onde pra poder qualquer coisa, como sobreviver, por exemplo e não ser pra sempre matematicamente "cortado", somos convidados a viver fuçando, lambendo, babando, o capital especulativo, empregado da abstração economicista. Temos que tagarelar nas TVs e colunas para garantir a miséria social e dar vida a "ela", a moeda, a "real" que se recusa a virar matéria-prima concreta, investimento produtivo, comida devorável, esterco."

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